Fruits Basket (Mangá)

Fruits Basket

Escrito e ilustrado Natsuki Takaya, esse shoujo foi publicado entre 1999 e 2006. Em 2001, a história ganhou uma adaptação para anime (que por sinal, eu ainda não vi).

Carinhosamente chamada de Furuba, a série conta a história de Tohru Honda, uma garota órfã que, depois de encontrar Yuki, Kyo e Shigure Sohma, descobre que os treze membros da família Sohma são possuídos pelos animais do zodíaco Chinês e são amaldiçoados a se transformar em suas formas animais quando estão fracos ou quando são abraçados por alguém do sexo oposto que não esteja possuído por um espírito.

user93453_pic109975_1230244731Segundo uma antiga lenda chinesa, Buda convidou todos os animais da criação para uma festa de Ano Novo, prometendo uma surpresa a cada um dos animais. Apenas doze animais compareceram e ganharam um ano de acordo com a ordem de chegada: o Rato; o Boi, o Tigre; o Coelho; o Dragão; a Serpente; o Cavalo; o Carneiro; o Galo; o Macaco; o Cão e o Javali. Mas e o décimo-terceiro membro? Esse seria o gato, de acordo com a lenda, ele e o rato combinaram de irem juntos a festa, mas o rato acordou atrasado e esqueceu-se de chamar seu amigo gato, indo sozinho para a festividade.

Eu li a história quando o mangá foi publicado no Brasil graças à Rafaella, que me emprestava para ler depois que ela terminava. De fato, acho que foi o primeiro mangá que eu li, e foi uma luta para seguir as falas direitinho. Essa é uma das poucas coleções que eu queria ter na minha estante, a história é gostosa de se ler e parece que não perde seu encanto, mesmo você já conhecendo a sequência dos fatos, você ri com se estivesse lendo pela primeira vez.

fb10Apaixonei-me pela história de cara, principalmente do Shigure (*-*), fiquei doida de amores pelo Hatsuharo, pelo Ayame, Hatori e pelo Momiji, odiei a personagem no meu signo (sou do ano do Cavalo) e odiei mais ainda o final que deram pro Shigure (ódio eterno por aquela coisa que chamam de Akito). A partir de Fruits Basket comecei a querer desenhar, sim, querer, por que o máximo que consegui foi fazer algumas ampliações, que, segundo dizem, ficaram até bonitas.

Graças à Central de Mangás Online, pude relembrar uma parte muito gostosa da minha adolescência, infelizmente o mangá está incompleto, mas como eu já dei uma sorte danada de tê-lo achado, não vale muito a pena reclamar (não muito).

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Chihayafuru (Anime e Mangá)

Chihayafuru (Anime e Mangá)

Escrito e ilustrado por Yuki Suetsugu, o mangá está sendo publicado desde 2007.

O sonho de Ayase Chihaya sempre foi ver sua irmã ter sucesso em sua carreira de modelo. Até que um novato de sua classe, Wataya Arata, a critica, dizendo que ela tem que correr atrás de seu próprio sonho. O dele é ser ganhar o titulo de Mestre no karuta (jogo de cartas que consiste em pegar a carta que contiver o poema recitado pela oradora antes do oponente). Após assumir o lugar de Arata num jogo contra Mashima Taichi, Chihaya descobre mais do que uma nova paixão, ela descobre seu próprio sonho. Os três, juntos, unem a paixão pelo karuta à amizade. Mas as coisas mudam quando Arata e Taichi se mudam de cidade. Passados 4 anos, Taichi e Chihaya se reencontram e abrem um clube de karuta na escola onde estudam, mas ao retomarem contato com Arata, percebem que ele esta muito diferente desde a ultima vez que se viram.

Em 2011, o mangá ganhou uma versão em anime que, atualmente, está na segunda temporada.

Infelizmente, na Central de Mangás On Line, existem somente 18 capítulos (e até que tenham a boa vontade de publicarem o mangá aqui no Brasil, terei que me contentar com eles), que correspondem aos 12 primeiros episódios da primeira temporada. E por sinal, a adaptação ficou muito boa: os eventos principais foram mantidos, a sequência original foi respeitada e sinceramente, esse é um dos melhores animes que eu já vi, tanto é que já o vi umas 2 vezes.

Meu primeiro contato com a história foi pela Rafaella (além de ser minha amiga mais antiga (se não estamos no ano 10 estamos muito próximas disso), foi ela que terminou de me viciar nos animes, me ensinou a ler mangás e me viciou nos doramas ( e até hoje ela é a minha principal fornecedora desses itens)) e fui conquistada logo no primeiro episódio.

Definitivamente, é um anime que recomendo.

Skip Beat! (Anime)

Skip Beat2

Skip Beat! é uma adaptação do mangá de mesmo nome criado por Yoshiki Nakamura e publicado em 2002. O anime começou a ser exibido em outubro de 2008 na TV Tokyo, fechando a temporada com 25 episódios. Em 2011, a história ganhou uma versão em Dorama, mas esse é um assunto para outro post.

Kyoko Mogami sempre foi apaixonada por Shoutarou Fuwa, o filho único do casal que a acolheu após sua mãe ter ido embora. Desde pequena, ela era ensinada para se tornar a esposa de Shoutarou e apoiá-lo quando ele conduzisse os negócios da família. Ao descobrir os planos que seus pais tinham para ele, Shou decide ir para Tóquio levando Kyoko consigo.

Até ai Kyoko é a submissão em pessoa: ela trabalha dia e noite para sustentar um apartamento de luxo para ele, cozinha, lava, passa, sempre imaginando que Show a ama tanto quando ela o ama. Um dia Kyoko acidentalmente descobre através de uma conversa entre ele e sua assessora que Shoutarou só a trouxe para ser sua empregada, e todas as humilhações e menosprezos que ele cometeu contra ela vem à tona e abrem uma (literal) Caixa de Pandora que a mudará completamente.

Mas como se vingar de um astro megafamoso?

Resposta: entrando no show business. Mas a ao fazer o teste para uma agência, ela descobre que perdeu o sentimento mais nobre e mais necessário nesse ramo: o amor. Ela é então colocada pelo presidente da agência (que é um daqueles personagens que, apresar de serem somente coadjuvantes, são um show a parte) numa nova seção criada para pessoas com essa dificuldade, a seção “Love Me”.

A partir daí, ela começa a trilhar o longo caminho até o estrelato, conhecendo novas pessoas, amigos, inimigos, e recuperando velhos sentimentos. Além de descobrir um incrível talento.

Skip Beat é um daqueles animes que você assiste a 9 ou 10 episódios e nem percebe, de tão empolgada que você fica. Para vocês terem uma idéia de como eu fiquei, quando o ultimo episodio acabou eu quase quebrei a televisão (estava assistindo em DVD) quando descobri que a segunda temporada do anime não tem nem confirmação. Definitivamente, é um daqueles finais que você fica com tanta raiva, mas com tanta raiva, que dá ate vontade de chorar de tanta vontade de ver o próximo episodio.

Esse está,sem duvida alguma,  no topo dos melhores shoujos (romance) que eu já vi. Eu sei que já falei isso de Itazura na Kiss, mas apesar se serem ambos comedias românticas, a protagonista e o enredo dos animes são completamente diferentes.

Itazura na Kiss

Itazura na Kiss

Aihara Kotoko e Irie Naoki são dois estudantes que ocupam os extremos do mesmo colégio: enquanto ela pertence à classe dos menos favorecidos intelectualmente, ele é o gênio da escola. Mas os abismos não param por ai, apesar de ser lerda para a maioria das coisas, e não ser boa em praticamente nada, ela não desiste, até conseguir o que quer. Ele, por outro lado, por ser genial em tudo o que faz, não vê motivação em nada.

Kotoko se apaixonou por Naoki quando ele fez um discurso no primeiro ano do ensino médio e segurou essa paixão até o Terceiro ano quando decidiu se declarar. Ela tenta entregar uma carta de amor a Naoki, mas ele não só a recusa, com também a humilha.

Como se não bastasse, no mesmo dia, a casa nova de Kotoko desaba por causa de um terremoto de nível 2 (isso é baixo comparado aos tremores que geralmente ocorrem).

Após o incidente, ela e o pai vão se hospedar na casa de um amigo de infância dele enquanto ele arranja um local para morar. Esse amigo é ninguém menos, que o PAI de Naoki. E assim, com o passar do tempo Aihara faz de tudo para conquistar o coração de Irie-kun.

O desenrolar é muito gostoso de ver, tem tudo na medida certa e gargalhadas a perder de vista. Eu, particularmente, dou um destaque especial para a mãe do Naoki, é serio, eu queria ter uma sogra quanto aquela.

Anime baseado no mangá de Kaoru Tada, e exibido em 2008, ele teve duas adaptações para Dorama, uma sul-coreana e uma taiwanesa, fora que é um dos melhores shoujos (romances) que eu já vi, isso se não foi o melhor.