Semana 4 – Livro que Você Gostaria de Viver a História

Os Sete e sua continuação Sétimo, de André Vianco.

Antes de me decidir por esse cenário, eu estava muito inclinada a dizer Harry Potter IMG_20130525_200356ou O Senhor dos Anéis, ai eu vi meus lindos exemplares na estante e pensei: se bem que viver entre os Vampiros do Rio D’Ouro deve ser bem interessante, quer dizer, “Inverno”, “Acordador”, “Tempestade”, “Lobo”, “Espelho”, “Gentil” e “Sétimo” são vampiros (muitos pontos positivos para a obra), estão no Brasil (é raro um livro bom ser ambientado aqui) e caramba, a história é irada. O enredo foi bem escrito, os personagens bem feitos, ótimo ritmo para leitura, páginas que te prendem até suas vistas cansarem, um frio na espinha cada vez que Inverno se mexe, e uma raiva desvairada quando Gentil mostra sua habilidade (fodástico level máster).

O enredo é sobre uma caravela portuguesa de cinco séculos que é resgatada de um naufrágio no litoral brasileiro. Dentro dela, uma misteriosa caixa de prata esconde  sete cadáveres aprisionados, acusados de bruxaria. Apesar das advertências grafadas no objeto de prata, a equipe do Departamento de História da Universidades de Porto Alegre decide violar a caixa para estudar os corpos. Afinal, que perigo poderia oferecer aqueles sete cadáveres? Nenhum. Mas depois que o primeiro deles acorda…

IMG_20130525_200509Algo que achei muito interessante é que um livro encadeia o outro: “Os sete” menciona uma batalha de “O senhor da chuva” (ainda não li), e seu sucessor, “Sétimo” precede os três volumes de “O turno da noite” (ainda não li). São histórias independentes, mas que se completam. Ao contrário de O Vampiro-Rei 1 e 2, que você fica completamente perdido se não ler Bento antes (por sinal, essa é uma outra história que eu queria viver, mas falarei sobre ela em outra oportunidade).

Eu ainda quero ver essas duas obras adaptadas. *0*

Ah! As fotos são das minhas preciosidades, não achei nenhuma imagem boa dos livros juntos, então fiz as minhas. xD

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Another (Mangá)

Another (Mangá)

Escrito por Yukito Ayatsuji, foi publicado em mangá entre Maio de 2010 e Janeiro de 2012. A história ganhou uma adaptação para anime em 2012 e para filme, também em 2012.

Em 1972, havia um estudante chamado Misaki Yomiyama na escola Yomiyama sala 3-3. Um estudante honorário que também era bom em esportes, Misaki era muito popular entre seus colegas e até os professores tinham afeição por ele. Quando Misaki morre inesperadamente, a classe 3-3 decide continuar agindo como se ele ainda estivesse vivo. Quando a foto da graduação da sala foi tirada, eles viram na foto alguém que não deveria estar lá: Misaki Yomiyama, o estudante “extra”.

O novo estudante do nono ano, Sakakibara Kouichi (demorei uns 5 ou 6 capítulos pra falar o nome dele direito ¬¬), 15 anos, se muda para Yomiyama, a cidade natal de sua mãe, devido a seu pai ter ido trabalhar na Índia. Sua transferência foi para a escola Yomiyama classe 3-3. Por causa de um Pneumotórax Kouichi teve que ser hospitalizado bem quando as aulas iriam começar. Durante sua hospitalização os representantes de sala Kazami Tomohiko, Akazawa Izumi e Sakuragi Yukari o visitam. Antes que ele fosse liberado, Kouichi conhece no elevador uma garota vestida com o mesmo uniforme de sua escola e um tapa-olho. Ela vai até o subsolo do hospital, onde é localizado o necrotério. Seu nome: Misaki Mei.

Sakakibara finalmente começa a frequentar as aulas e tenta se adaptar, mas não consegue deixar de notar o comportamentoAnother_(novel)_Cover estranho de seus colegas. Misaki Mei, a garota que conheceu no elevador do hospital, pertence à mesma classe, mas sua mesa parece velha e diferente do resto. Ela está sempre sozinha e ninguém parece se importar com sua presença ou tentar falar com ela. Inicialmente Kouichi imagina que seria um caso de Bullying, mas percebe que até os funcionários e professores da escola agem da mesma forma. Ele também nota que a sua classe é a única que pratica educação física separada (no Japão normalmente se praticam várias classes misturadas). Sakakibara questiona sua tia Reiko e seus novos amigos Tomohiko e Teshigawara sobre Misaki Mei, no entanto, eles simplesmente o avisam para que “pare de andar por aí com alguém que não existe”.

Esse é, de longe, o mangá mais sombrio que eu já li. Você fica apreensivo a cada página, agoniado em cada momento que o estudante “extra” é citado. E tipo, quando diz que o aluno não existe, não fique pensando ele é só ignorado, ele é esquecido: o nome dele é apagado da lista de chamada, ele não consegue freqüentar os clubes da escola, é como se ele não estivesse sequer matriculado.

Por que eu comecei a ler? Bom, por que sempre que tenho oportunidade, eu acompanho os mangás e/ou os animes que estão sendo comentados pelo pessoal, embora goste também de pegar histórias mais desconhecidas.

Supernatural – 8ª Temporada

Supernatural

Com o término dessa temporada, 6 das 9 séries que estou acompanhando entram em recesso. Duas estão sendo exibidas e a outra está prevista para começar no próximo mês.

Supernatural é, atualmente, a segunda séria com maior quantidade de episódios que eu vi: 172 episódios contados. A primeira ainda é CSI Las Vegas, com 263 episódios.

Mas chega de papo e vamos ao que interessa:

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Exibida pelo canal norte-americano The WB desde Setembro de 2005, a série narra a história dos irmãos Sam (Jared Padalecki) e Dean Winchester (Jensen Ackles s2), que, continuando o negócio da família, caçam demônios e outras criaturas sobrenaturais (Bloody Mary, A mulher do espelho, seres mitológicos hindus, japoneses, greco-romanos, anjos, leviatãs, ceifadores, golens, a lista é enorme, e para todos os gostos).

Lá pela quinta ou sexta temporada, muitos fãs previam o cancelamento da série por que parecia ela estava ficando sem rumo, e que a série estava indo de mal a pior (como de fato, estão entre as piores temporadas), mas ela vem resistindo bravamente e, recuperando cada vez mais a fama de “melhor série em exibição do momento” (se é que já não recuperou).

Ela possui uns episódios que você para e pensa “Vou parar de assistir essa m***”, mas acredite, o episódio seguinte te faz desistir da ideia e ainda se culpar por ter dito um sacrilégio desses. xD

Bom, devido à quantidade de episódios vistos, eu não sei mais dizer qual foi a melhor ou a pior temporada, mas eu sei dizer que eu ainda não vi uma temporada terminar sem que eu dissesse ou ouvisse: “Agora ferrou (para não dizer outra palavra) de vez!”, e com a oitava temporada não foi diferente: os anjos estão caindo, Sam está (aparentemente) morrendo, os demônios estão soltos, Deus está desaparecido e, pelo que parece, pouco se importando com o que está acontecendo (o Cara está “off line” desde a temporada do apocalipse, sabemos que Ele está vivo, que sabe o que está acontecendo, desconfiamos de situações que Ele possa ter interferido, e só).

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Personagem de destaque: DEAN! Sempre Dean Winchester! Irmão mais velho de Sam, além de lindo, ótimo caçador, bom estrategista (exceto em alguns episódios), cozinha bem, tem bom gosto para carros (o Chevy Impala 1967 é uma das marcas registradas da série e maior xodó dele), é fã de animes, jogador de RPG (um dos episódios, não lembro se foi da sétima ou da oitava temporada, mostra o Dean todo bobo com um grupo de RPG do estilo live action (a pessoa se veste (literalmente) do personagem e joga atuando)). E é o melhor criador de pérolas da série.

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A trilha sonora da série não pode ser esquecida: Led Zeppelin e AC/CD são alguns exemplos do que se pode ouvir. Embora não tenha uma trilha sonora fixa, Supernatural privilegia o Rock clássico, principalmente em parceria com algo mais orquestrado.

A nona temporada já está confirmada, e provavelmente estreará na metade do próximo semestre.

As Melhores Histórias da Mitologia Egípcia – A.S. Franchini e Carmen Segranfredo

As Melhores Historias da Mitologia Egipcia - A.S. Franchini e Carmen Segranfredo

Quarto dos 36 livros na fila de espera.

Gosto das histórias mitológicas desde pequena, e até hoje qualquer coisa que envolva algum tipo de panteão ou monstros fantásticos me prende completamente.

Fora que, como jogo RPG (Role-Playing Game), fica mais fácil montar o background (a história) do personagem. Ainda mais quando se trata de um cenário que permita seres divinos e criaturas fantásticas.

Nesse livro, os autores trazem algumas das varias narrativas da mitologia egípcia, como o inicio do mundo, o nascimento dos deuses, a criação do Egito, etc.

Ele foi publicado em 2006 pela Editora L&PM (uma das minhas preferidas, já que os livros são, em geral, baratos e pequenos), e faz parte de uma série que objetiva mostrar ao publico brasileiro um pouco da mitologia das mais diversas culturas.

Confesso que o fator determinante para a compra desse livro foi conseguir o frete grátis, por que a leitura mesmo não me agradou muito, se eu tivesse lido há uns seis ou dez anos atrás, provavelmente teria sido mais divertido, ou, no mínimo, menos tedioso. (Está certo que queria leituras mais rápidas, mas dois dias já é brincadeira comigo!).

Meu “consolo” é saber que logo o trocarei por algum outro livro em um dos sebos que achei em Vitória, caso o contrário seria mais um dos exemplos de dinheiro jogado fora para a minha tão querida biblioteca.