FullMetal Alchemist (Animes e Mangá)

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Mais um título lido graças à Central de Mangás Online.

Série de mangá no estilo shonen criada por Hiromu Arakawa em 2001, e recebeu duas adaptações para o anime, uma exibida entre 2005 e 2006 e a outra em 2009.

947291_517834848265352_703649875_nA história acompanha os irmãos Edward e Alfonse Elric na jornada em busca de recuperar seus corpos. Eu explico: Depois de serem abandonados pelo pai ainda muito pequenos, e de perderem a mãe pouco tempo depois os irmãos começam a pesquisar sobre alquimia (uma técnica que podia conseguir qualquer coisa, desde que fosse oferecido algo em troca) para ressuscitá-la. A lei máxima da Alquimia é a “Troca Equivalente”: transmuta-se um objeto reorganizando e recombinando as substâncias químicas que compõem o objeto (Destruição – Recombinação – Construção). Como um corpo humano é composto por diversos elementos químicos, em teoria, pode-se criá-lo misturando os elementos certos edward-elric-fullmetal-alchemist-brotherhood1e em suas devidas proporções. Pondo esta teoria na prática, é quebrado o maior tabu da Alquimia: a Transmutação Humana. Obviamente, se desse tudo certo, não haveria anime: o resultado da transmutação foi um monstro desfigurado e sem alma e o preço cobrado pelo Portal da Verdade caiu sobre os dois: Edward perdeu sua perna esquerda, e Alfonse, todo o seu corpo. Desesperado pela perda de seu irmãozinho, Ed sacrifica seu braço direito e liga a alma do irmão a uma armadura por meio de um selo de sangue.

alphonse-elric-fma-2Graças a Automails (próteses mecânicas) feitas pela Winry,amiga de infância dos dois,  os irmãos Elric iniciam a busca pela lendária pedra filosofal (única substancia capaz de ignorar a lei da troca equivalente). A determinação de Edward é tão grande, que ele até aceita ser chamado de cão do exercito, se tornando um Alquimista Federal com o título de Alquimista de Aço.

Ao longo da história, Ed e Al descobrem que existem outras pessoas (e criaturas) Fullmetal_Alchemist_Brotherhood_full_1186343que também buscam a substância lendária, e percebem que sua procura pode mudar drasticamente o futuro de uns pais inteiro.

A primeira adaptação para o anime foi feita durante a publicação do mangá, ou seja, mudanças foram feitas, e mudanças drásticas devo dizer, ela, simplesmente, terminou sem pé nem cabeça. Ainda assim, a história ficou ótima (e olha que se tem uma coisa que me tira do sério em um anime é quando ele termina faltando coisa para ser resolvida). Agradeço até hoje ao Diogo por ter me emprestado os DVDS dele, que por sinal foram os primeiros da minha coleção, juntamente com Hellsing.

fullmetal alchemist roy mustang riza hawkeye 1280x800 wallpaper_www.wallpaperhi.com_17Em 2009, foi lançado Fullmetal Alchemist: Brotherhood, propondo seguir a mesma linha do mangá. E se a primeira versão já tinha sido boa, a segunda ficou fodástica. A adaptação ficou EXCELENTE, a sequência do mangá foi bem respeitada, os personagens também foram respeitados e tudo foi finalizado e devidamente explicado. Tudo isso, somado a batalhas épicas e doses de humor na hora e na medida certa fizeram desse anime ficar numa posição bem alta do meu rank. (Não me peçam para coloca-los em ordem de preferência, pois isso é impossível)

Algo que eu achei muito interessante foi a evolução de Edwardimagesgd n ao longo dessa versão: ele sempre mostrou ser muito maduro (apesar de perder as estribeiras quando o chamam de baixinho), mas em algum momento na segunda metade do anime, ele deixou de ser um garoto e começou a passar a imagem de homem mesmo, isso me chamou atenção por que é uma coisa difícil de se ver.

Personagens favoritos? Vários! (alguns estão nas imagens)

Cenas marcantes? Incontáveis (chorei horrores nos dois animes E no mangá)

Apenas mais um comentário sobre o segundo anime e sobre o mangá: ambos possuem uma das declarações de amor mais nerds de todos os tempos, e uma das mais lindas também.

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Fruits Basket (Mangá)

Fruits Basket

Escrito e ilustrado Natsuki Takaya, esse shoujo foi publicado entre 1999 e 2006. Em 2001, a história ganhou uma adaptação para anime (que por sinal, eu ainda não vi).

Carinhosamente chamada de Furuba, a série conta a história de Tohru Honda, uma garota órfã que, depois de encontrar Yuki, Kyo e Shigure Sohma, descobre que os treze membros da família Sohma são possuídos pelos animais do zodíaco Chinês e são amaldiçoados a se transformar em suas formas animais quando estão fracos ou quando são abraçados por alguém do sexo oposto que não esteja possuído por um espírito.

user93453_pic109975_1230244731Segundo uma antiga lenda chinesa, Buda convidou todos os animais da criação para uma festa de Ano Novo, prometendo uma surpresa a cada um dos animais. Apenas doze animais compareceram e ganharam um ano de acordo com a ordem de chegada: o Rato; o Boi, o Tigre; o Coelho; o Dragão; a Serpente; o Cavalo; o Carneiro; o Galo; o Macaco; o Cão e o Javali. Mas e o décimo-terceiro membro? Esse seria o gato, de acordo com a lenda, ele e o rato combinaram de irem juntos a festa, mas o rato acordou atrasado e esqueceu-se de chamar seu amigo gato, indo sozinho para a festividade.

Eu li a história quando o mangá foi publicado no Brasil graças à Rafaella, que me emprestava para ler depois que ela terminava. De fato, acho que foi o primeiro mangá que eu li, e foi uma luta para seguir as falas direitinho. Essa é uma das poucas coleções que eu queria ter na minha estante, a história é gostosa de se ler e parece que não perde seu encanto, mesmo você já conhecendo a sequência dos fatos, você ri com se estivesse lendo pela primeira vez.

fb10Apaixonei-me pela história de cara, principalmente do Shigure (*-*), fiquei doida de amores pelo Hatsuharo, pelo Ayame, Hatori e pelo Momiji, odiei a personagem no meu signo (sou do ano do Cavalo) e odiei mais ainda o final que deram pro Shigure (ódio eterno por aquela coisa que chamam de Akito). A partir de Fruits Basket comecei a querer desenhar, sim, querer, por que o máximo que consegui foi fazer algumas ampliações, que, segundo dizem, ficaram até bonitas.

Graças à Central de Mangás Online, pude relembrar uma parte muito gostosa da minha adolescência, infelizmente o mangá está incompleto, mas como eu já dei uma sorte danada de tê-lo achado, não vale muito a pena reclamar (não muito).

Another (Mangá)

Another (Mangá)

Escrito por Yukito Ayatsuji, foi publicado em mangá entre Maio de 2010 e Janeiro de 2012. A história ganhou uma adaptação para anime em 2012 e para filme, também em 2012.

Em 1972, havia um estudante chamado Misaki Yomiyama na escola Yomiyama sala 3-3. Um estudante honorário que também era bom em esportes, Misaki era muito popular entre seus colegas e até os professores tinham afeição por ele. Quando Misaki morre inesperadamente, a classe 3-3 decide continuar agindo como se ele ainda estivesse vivo. Quando a foto da graduação da sala foi tirada, eles viram na foto alguém que não deveria estar lá: Misaki Yomiyama, o estudante “extra”.

O novo estudante do nono ano, Sakakibara Kouichi (demorei uns 5 ou 6 capítulos pra falar o nome dele direito ¬¬), 15 anos, se muda para Yomiyama, a cidade natal de sua mãe, devido a seu pai ter ido trabalhar na Índia. Sua transferência foi para a escola Yomiyama classe 3-3. Por causa de um Pneumotórax Kouichi teve que ser hospitalizado bem quando as aulas iriam começar. Durante sua hospitalização os representantes de sala Kazami Tomohiko, Akazawa Izumi e Sakuragi Yukari o visitam. Antes que ele fosse liberado, Kouichi conhece no elevador uma garota vestida com o mesmo uniforme de sua escola e um tapa-olho. Ela vai até o subsolo do hospital, onde é localizado o necrotério. Seu nome: Misaki Mei.

Sakakibara finalmente começa a frequentar as aulas e tenta se adaptar, mas não consegue deixar de notar o comportamentoAnother_(novel)_Cover estranho de seus colegas. Misaki Mei, a garota que conheceu no elevador do hospital, pertence à mesma classe, mas sua mesa parece velha e diferente do resto. Ela está sempre sozinha e ninguém parece se importar com sua presença ou tentar falar com ela. Inicialmente Kouichi imagina que seria um caso de Bullying, mas percebe que até os funcionários e professores da escola agem da mesma forma. Ele também nota que a sua classe é a única que pratica educação física separada (no Japão normalmente se praticam várias classes misturadas). Sakakibara questiona sua tia Reiko e seus novos amigos Tomohiko e Teshigawara sobre Misaki Mei, no entanto, eles simplesmente o avisam para que “pare de andar por aí com alguém que não existe”.

Esse é, de longe, o mangá mais sombrio que eu já li. Você fica apreensivo a cada página, agoniado em cada momento que o estudante “extra” é citado. E tipo, quando diz que o aluno não existe, não fique pensando ele é só ignorado, ele é esquecido: o nome dele é apagado da lista de chamada, ele não consegue freqüentar os clubes da escola, é como se ele não estivesse sequer matriculado.

Por que eu comecei a ler? Bom, por que sempre que tenho oportunidade, eu acompanho os mangás e/ou os animes que estão sendo comentados pelo pessoal, embora goste também de pegar histórias mais desconhecidas.

Chihayafuru (Anime e Mangá)

Chihayafuru (Anime e Mangá)

Escrito e ilustrado por Yuki Suetsugu, o mangá está sendo publicado desde 2007.

O sonho de Ayase Chihaya sempre foi ver sua irmã ter sucesso em sua carreira de modelo. Até que um novato de sua classe, Wataya Arata, a critica, dizendo que ela tem que correr atrás de seu próprio sonho. O dele é ser ganhar o titulo de Mestre no karuta (jogo de cartas que consiste em pegar a carta que contiver o poema recitado pela oradora antes do oponente). Após assumir o lugar de Arata num jogo contra Mashima Taichi, Chihaya descobre mais do que uma nova paixão, ela descobre seu próprio sonho. Os três, juntos, unem a paixão pelo karuta à amizade. Mas as coisas mudam quando Arata e Taichi se mudam de cidade. Passados 4 anos, Taichi e Chihaya se reencontram e abrem um clube de karuta na escola onde estudam, mas ao retomarem contato com Arata, percebem que ele esta muito diferente desde a ultima vez que se viram.

Em 2011, o mangá ganhou uma versão em anime que, atualmente, está na segunda temporada.

Infelizmente, na Central de Mangás On Line, existem somente 18 capítulos (e até que tenham a boa vontade de publicarem o mangá aqui no Brasil, terei que me contentar com eles), que correspondem aos 12 primeiros episódios da primeira temporada. E por sinal, a adaptação ficou muito boa: os eventos principais foram mantidos, a sequência original foi respeitada e sinceramente, esse é um dos melhores animes que eu já vi, tanto é que já o vi umas 2 vezes.

Meu primeiro contato com a história foi pela Rafaella (além de ser minha amiga mais antiga (se não estamos no ano 10 estamos muito próximas disso), foi ela que terminou de me viciar nos animes, me ensinou a ler mangás e me viciou nos doramas ( e até hoje ela é a minha principal fornecedora desses itens)) e fui conquistada logo no primeiro episódio.

Definitivamente, é um anime que recomendo.